Taís tinha o controle da própria vida. Até a Favela Girassol lhe mostrar que existe um tipo de riqueza que não aparece em indicador nenhum.
Quando se fala em favela, a conversa quase sempre começa pelo que precisa ser combatido. A violência, desigualdade, falta de oportunidade… são realidades, existem, e não podem ser ignoradas.
Mas quando se olha apenas para um lado da história, perde-se a história inteira.
A generosidade que aparece mesmo quando há pouco para dividir
A coletividade que faz vizinho virar família
A arte que colore muros e muda vidas
A sabedoria que atravessa gerações
A potência criativa que floresce onde muita gente insiste em enxergar só escassez
Taís é gerente de comunicação em um grande escritório de advocacia em São Paulo. Rotina organizada, metas claras, noites em claro. Comprou a casa dos sonhos e quase não consegue estar dentro dela. Até que a vida a leva para dentro da Favela Girassol.
O que ela encontra ali não é o cenário que aprendeu a julgar.
É Dona Antônia. É Miguel. É gente que a Taís teria atravessado a rua para não cruzar.
É Adônis, que fala de fé, de Sócrates, de Emicida e de deuses que dançam com a mesma naturalidade.
É café passado na hora, conversa de calçada e uma filosofia própria, construída fora dos livros.
Aos poucos, Taís atravessa preconceitos que nem sabia que carregava.
E começa a reencontrar uma parte de si que a vida adulta tinha escondido.
Ele é sobre você. Talvez você reconheça a Taís antes de reconhecer a Favela Girassol. A pessoa que responde e-mail no domingo, que não lembra a última vez que fez alguma coisa sem finalidade produtiva. Que conquistou tudo o que planejou e sente que perdeu algo no caminho.
“Em mais de 15 anos trabalhando com Responsabilidade Social, vejo muitas pessoas querendo ajudar de alguma forma, mas impedidas pelos estereótipos e preconceitos que se constroem sobre os projetos sociais, dentro e fora das favelas. Escrevi Refavelar para mostrar a outra face. E para que, no caminho, você descubra a sua causa social, aquela que faz o seu coração ficar quentinho.”
Este livro é para você que:
“A vida é paixão e ação. Acreditar que alguém é capaz de fazer a diferença no mundo é o primeiro passo. O próximo é entender que você pode ser essa pessoa, Taís.”
"A melhor visão é aquela que nos permite ver o invisível."
"A melhor visão é aquela que nos permite ver o invisível."
"E vamos combinar que um mundo cheio de certezas é muito chato."
"E vamos combinar que um mundo cheio de certezas é muito chato."
"Tudo vai entrando e, quando você vê, já estão fazendo parte de você."
"O sal da lágrima. O amargo do café."
"Nasce um outro que sou eu mesma."
LC Books · 1ª edição · 140 páginas
Formato 14 x 21 cm · ISBN 978-65-84222-47-2
Livro físico e e-book Kindle
Na primeira noite do livro, Taís não consegue dormir. Tem a casa dos sonhos, a carreira que planejou e uma cabeça que não desliga. É daí que a história parte.
Não quer parar por aqui?
quem escreveu
quem escreveu
Foi lá que Maria Paz iniciou a trajetória em Responsabilidade Social, circulando entre secretarias de assistência social, educação, saúde e desenvolvimento econômico, e construindo projetos voltados ao empreendedorismo feminino e à juventude por meio da sua empresa, a WM Social.
Anos depois, a vida a trouxe para São Paulo e para o universo corporativo. Foi ali que ela encontrou a Taís, não em uma pessoa, mas na soma de muitas visões incompletas sobre a realidade das favelas.
É isso que torna Refavelar diferente de outros livros sobre o tema.
Maria Paz escreve dos dois lados. Ela conhece por dentro o ambiente corporativo que formou a Taís, e conhece por dentro o território que a Taís desconhecia.
Refavelar foi tema da mesa “Mulheres que narram as
periferias do Brasil”, na Casa Escreva, Garota!, durante a
Flip 2026, em Paraty.
Assinado por Fabrícia Miranda Segirl, cientista política, pesquisadora das favelas cariocas, autora de Codinome Beija-Flor: Noite Escura e criadora do podcast Os Favelados Pod, produzido no Vidigal.
O que as empresas perdem ao olhar só para o currículo.
Escuta, resiliência e criatividade: as skills desejadas pelo mundo corporativo já existem nas periferias, mas alguns recrutadores ainda não sabem enxergá-las.
Artigo assinado por Maria Paz, publicado na VocêRH (Exame).











Fazer parcerias com ONGs é uma estratégia de fortalecimento de marca, considerando pesquisas, como a Giving Brasil, que mostram que 71% dos consumidores estão mais inclinados a comprar de marcas que apoiam organizações sociais.
Conheça algumas das ONGs com as quais trabalhamos:
Instituto Baccarelli
O Instituto Baccarelli constrói diariamente histórias de conquistas, frutos de um amplo e reconhecido trabalho educacional. Esta atuação transcende a profissionalização musical através de valores como autodisciplina, criatividade, respeito, convivência e senso colaborativo em grupo – essenciais tanto para as relações intersubjetivas quanto para a consolidação da noção de cidadania.
UNAS
A UNAS - União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região é uma entidade sem fins lucrativos que surgiu em 1978 enquanto comissão de moradores da favela de Heliópolis e foi eleita em 2020 uma das 100 melhores ONGS do Brasil.
Fundação Dorina Nowill
Há mais de 75 anos, a fundação se dedica à inclusão social de pessoas cegas e com baixa visão por meio de ações como a produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.
Hospital Pequeno Príncipe
O Pequeno Príncipe é mais do que o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil. É um centro de referência que há mais de 100 anos pratica, ensina e pesquisa o que há de mais moderno para o diagnóstico e o tratamento de crianças e adolescentes, indo muito além de suas doenças.
Instituto Devolver
O Instituto trabalha com a visão de um mundo onde pessoas e empresas estão engajadas em construir um futuro socialmente mais justo.
Maria Paz escreve sobre favela, responsabilidade social e as histórias reais que atravessam a ficção.
Nenhuma palavra existente dava conta do que eu via na Favela Girassol. Então eu criei uma.
O problema quase nunca é falta de vontade. É não saber por onde começar sem cair no assistencialismo.
O erro mais comum de quem chega a um território novo é chegar com a solução pronta.
Tem sempre um texto novo esperando por aqui.
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Reconhecer a potência da favela não significa negar a dor. Significa parar de contar só metade da história.
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